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MACHADO, JA

A minha escrita, a minha fotografia, o meu mundo

MACHADO, JA

A minha escrita, a minha fotografia, o meu mundo

A geração sacrificada

João-Afonso Machado, 22.01.14

Ainda sobre a coadopção (todos sabem de quem e por quem) li de mais um intelectual de bancada, dos muitíssimos que pululam por aí, um comentário verdadeiramente extraordinário, capaz até de me tirar do silêncio que esta temática me merece.

Sustentava o aludido erudito (em resposta exaltada a alguém que se pronunciara contra), se duas mulheres partilhassem a mesma casa por meras razões de economia de vida, ninguém veria mal em terem com elas crianças; mas envolvendo a dita convivência cama (sic), já para esta trupe de fariseus - a que eu também pertenço, claro, - a maternidade pretendida se afigura escandalosa!

Evidentemente, com gente assim inteligente, a menos idiota ideia é não contrargumentar e deixar correr.

Evidentemente, também, o referendo votado pelo PSD é uma tolice. A coadopção vai conseguir a maioria e o mais é perda de tempo e dinheiro.

Evidentemente, enfim, a coadopção almeja sobretudo o degrau superior da escadaria que os "não homofóbicos"vem subindo, esse degrau onde aguardam (já não sentados...) a adopção plena por casais homossexuais.

Sendo tudo apenas possivel devido ao paupérrimo nível cultural, bem evidenciado pelo pensador acima referido, e à tosca ideia de modernidade característica da malta fixe que são a maioria dos portugueses.

Portanto o melhor é não fazer ondas. Dar a rédea toda ao legislador e à sua reverência face ao activismo do lobby gay. Deixemos a geração ora criança crescer e demonstrar os resultados dessas manigâncias.

Dirão que será uma geração sacrificada aos caprichos da cruzada gay. Pois será. Tal qual o foram outras gerações de crianças, no Vietname, em Angola, no Afeganistão, na ex-Jugoslávia, na Síria... O mundo é isso, é o que os homens fazem dele.

 

 

 

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