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MACHADO, JA

A minha escrita, a minha fotografia, o meu mundo

MACHADO, JA

A minha escrita, a minha fotografia, o meu mundo

E o nosso Álvaro lá se foi

João-Afonso Machado, 24.07.13

De algum modo Álvaro Santos Pereira personifica este Governo que foi e já não é, mas continua a ser. No seu lado mais aproveitável, evidentemente. Discreto, bem intencionado, desprovido de fidelidades partidárias, um discurso ameno. Alvo dilecto da Imprensa, sempre ávida de curriculos vazios ou frases mais escorregadias, gaffes, digamos assim.

Álvaro deixou alguns pilares, espera-se que sólidos, e partiu.  Possivelmente na hora certa.

Porque neste Governo que foi e já não é, mas continua a ser, talvez seja mesmo verdade se passe a falar menos em finanças e mais em economia. Caso em que o ariete Pires de Lima sobressai de entre todos para encabeçar a pasta respectiva. Até porque, é convicção geral, o termo «irrevogável» nele é interpretado literalmente e Pires de Lima tem muito mais que fazer...

No restante, Machete..., assim a idade não lhe tolha os passos (nem Passos lhe tolha as ideias). E Jorge Moreira da Silva, com um ministério mais comprido do que ele, há de cumprir: é famalicense e basta. 
(A poção mágica da Política é sempre o bairrismo.)