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MACHADO, JA

A minha escrita, a minha fotografia, o meu mundo

MACHADO, JA

A minha escrita, a minha fotografia, o meu mundo

Olá, Maçonaria!

João-Afonso Machado, 05.01.12

Portanto, Passos Coelho não é maçon. Ainda bem! Há décadas que sabemos andarmos alimentando essa tropa, de início ideológica, actualmente valendo-se das ideologias e das famigeradas "éticas" para promover os seus interesses e os seus negócios. O repto está lançado: Senhores Deputados, tirem a máscara!

Obviamente, tudo dará em nada. Ou em quase nada.

Porque já deu em algo. Ficámos desde já a saber que os maçons pululam no Parlamento. E - decerto por acaso do destino - em lugares proeminentes da grupalhada, mormente na chefia das diversas equipas (ditos partidos) em concurso.

É bom que assim seja. Melhor se as rivalidades entre o Grande Oriente Lusitano (GOL) e a Grande Loja Legal de Portugal (GLLP) vierem à tona. Quando se zangam as comadres, diz o povo, descobrem-se as verdades...

E aí, todos nós, portugueses, vislumbraremos a teia. A extensão dos tentáculos do polvo.

Essa a maior revolução nacional, desde a constituição do famigerado Sinédrio.

 

Tresmalhados

João-Afonso Machado, 05.01.12

Pode não parecer, mas é brincadeira. Uma encenação, pura e simples, frequentemente repetida: em boa verdade, para além do choque, palavras soltas e bem audíveis, ninguém se magoa. É só para impressionar.

E os socialistas tem as suas razões. Obviamente eleitorais, pois que outras? O facto é, porém, que assinaram o memorando da Troika, residindo a maçada no previsivel descontentamento popular. Há que estar atento... Qual o alcance das suas consequências? Os partidos da coligação governamental suster-se-ão? Cederão às pressões? Haverá sufrágio antecipado?

É este o ponto para onde convergem as atenções do PS - novas eleições, hipotéticamente! E, então, nada como deixar as sobrancelhas de António José Seguro franzindo bom-senso e apelos à moderação: enquanto Alberto Costa, Vitalino Canas e o heroico Alegre ameaçam com o Tribunal Constitucional apreciando o Orçamento de Estado, por eles próprios apresentado nessa Instância.

Assim se colocando na linha da sucessão, mesmo que Seguro segure o partido. Se a coisa corre mal... pois sempre tinham ficado do lado do povo, ao arrepio da vontade dos "camaradas colaboracionistas com a Direita". Se o OE passa... nada mais ocorreu senão uma salutar polémica, como outras tantas que caracterizam o pluralismo do PS.

Tudo isto, como se vê, eivado dos mais nobres princípios. E da Ética de sempre.