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MACHADO, JA

A minha escrita, a minha fotografia, o meu mundo

MACHADO, JA

A minha escrita, a minha fotografia, o meu mundo

Cai o pano

João-Afonso Machado, 28.08.11

Já está. Mais um veraneio que termina. Como sempre, à velocidade de um foguete lançado, e com o mesmo assobio da sua passagem, o mesmo estrondo no culminar da sua trajectória. Mas sem pranto nem ranger de dentes.

Agosto tem, entre outras, essa vantagem: é o tempo de arrumar as gavetas da nossa mente, nos intervalos dos costumeiros programas de festas. Ora o meu armário tinha, ainda por cima, sofrido fortes sacudidelas.

De modo que a novela, bem suportada em factos e no meu acervo de proposições escritas, será a fria expressão - tão fria como a tinta da caneta que a redige - de um dos maiores logros por mim presenciados e (azar dos azares) vivenciado. Sem atingir alguém, ninguém mencionando. Nem seria necessário. Os costumeiros anónimos (ou os seus valetes, igualmente anónimos) não deixarão de comparecer, sempre insultuosamente. São conhecidas as regras do jogo: campo aberto, terminologia à medida. Aqui é assim, a milhas do "socialmente correcto". Venham de lá, então, os "Maneis".

Porque continua a ser mais grave lançar um "fdp" à cara de outrém do que a comunidade saber da prática dessa proeza. Não acham?

Isto no domínio das racionais lavagens da alma.

No mais... sábado já acorreremos às codornizes. Moncorvo espera por nós. Há-de estar calor. E só gente sã. Tenho saudades.

 

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